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Fogo no pavio: a juventude que construiu uma greve geral

29.4.2017

 

 

 

Hoje o Brasil foi tomado por trancamentos, atos e tantas outras formas de manifestações, para dizer que não deixaremos levar nossos direitos!

 

Diversas categorias pararam para dizer que não aceitaremos as reformas do projeto golpista de Michel Temer! Apesar da postura de tentar minimizar a relevância do dia de hoje por parte do governo, temos muita força, e não será uma tarefa fácil arrancar o futuro de nossas mãos!

 

Foram mais de mil entidades, organizações, movimentos sociais, sindicatos e frentes que aderiram a construção da greve geral. Nós, do Movimento RUA - Juventude Anticapitalista, construímos em conjunto com diversos movimentos, entidades e organizações piquetes, trancamentos, panfletagens, debates e manifestações que inundaram o país do Oiaopoque ao Chuí. Ocupamos as ruas e as redes em defesa do nosso futuro.

 

Há 100 anos, acontecia a primeira grande greve geral que depois culminou na revolução russa em outubro de 1917. No Brasil, há 30 anos acontecia a última greve geral no país. O dia 28 foi histórico! Em uma conjuntura defensiva como a nossa, é necessária a construção de uma frente única com diversas organizações e movimentos sociais, que embora tenham divergências estratégicas, neste momento é importante a construção da unidade de ação para derrotar as reformas golpistas nas ruas.

 

Jovens, trabalhadores, secundaristas, desempregados, mulheres, negros, LGBTs, ativistas se unificaram nas ruas contra um dos maiores retrocessos que o governo ilegítimo quer nos impor goela abaixo: a reforma da previdência. E hoje demos um recado, não vamos dar um minuto de sossego, pois não aceitaremos morrer de trabalhar. 

 

O dia 28 nos mostra o caminho: mobilização, unidade e ocupar a rua para não retroceder nos direitos históricos conquistados através de muita luta.

 

Somos a resistência, e para barrar todos estes ataques, outros 28 de abril virão!

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