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Começou o II Acampamento Nacional da Juventude Anticapitalista!

15.4.2017

 

 

A juventude que luta, ocupa e vai pra rua se reúne no Rio de Janeiro, entre os dias 13 e 16 de Abril, para debater os desafios frente a uma conjuntura de retrocessos, de retirada de direitos e de um governo golpista.

 

Somos centenas de jovens de 21 estados brasileiros, somos o movimento RUA – Juventude Anticapitalista. Surgido em Janeiro de 2014, fruto das jornadas de Junho de 2013, somos uma alternativa de ferramenta de organização da juventude brasileira. Nos reunimos em terras cariocas para debater e armar nossa juventude anticapitalista para os desafios do próximo período. Aqui, nos preparamos para combater as reformas impopulares do Presidente golpista nas ruas em ampla unidade com as organizações e movimentos sociais, para construir uma alternativa a conciliação de classes do PT e para apresentar uma alternativa para organização da juventude que de luta, feminista, LGBT, negra e antiproibicionista.

 

O Acampamento teve início na noite de quinta-feira, 13, com presença de diversos movimentos sociais aliados, entre eles Ana Julia, estudante secundarista do Paraná que ocupou sua escola e fez um discurso enfrentando os parlamentares que eram contra o maior movimento de escolas ocupadas da história. No segundo dia, a mesa "O que é ser anticapitalista? Oprimidos e explorados de todo o mundo: uni-vos.”, com participação de Marcelo Freixo, deputado estadual do PSOL-RJ, Guilherme Boulos, da coordenação nacional do MTST e demais convidados, reuniu ainda mais jovens em busca de uma opção política em tempos de barbárie.

 

“Vivemos um processo de transição profunda, a rua ganha um espaço de debate, de construção e de inquietude que os parlamentos e as instituições não comportam mais. Que o Judiciário, o Legislativo e Executivo não comportam mais. A Rua ocupa um espaço decisivo desse novo tempo e modelo que vai surgir. Esse novo modelo de democracia tem que ser questionador do capitalismo!”. Essas foram as palavras de Freixo, em sua intervenção, afirmando que a rua é um espaço importante dessa geração e desse momento político.

 

No período da tarde, a programação seguiu com grupos de debates temáticos e uma mesa de conjuntura com a presença de Luciana Araujo, militante da Marcha de Mulheres Negras de SP, Luiza Foltran, militante do RUA e Henrique Vieira, pastor e militante. No espaço, debatemos a ofensiva conservadora e fundamentalista que vivemos no Brasil e no mundo, com uma série de golpes na América Latina. Essa é uma conjuntura defensiva que exige ampla unidade dos movimentos sociais, das organizações e dos ativistas. Luciana Araújo declarou: “A revolução no Brasil é uma necessidade, ou ela será feminista ou não será. Ou ela será negra, ou não será”.

 

O II Acampamento Nacional da Juventude Anticapitalista acontece na Faculdade de Letras da UFRJ, na Ilha do Fundão e vai até o dia 16 de abril. goo.gl/I9E7jz

 

Vem com a gente! #AcampaRUA #VemProAcampa #OrganizaSuaLuta #EmDefesaDoNossoFuturo

 

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