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(Pel) A luta continua: por um 2016 a altura dos nossos sonhos!

4.1.2016

 

     2015 certamente fica marcado como um ano de inúmeros ataques à juventude, aos/às oprimidos/as pelo racismo, machismo e LGBTfobia, e à classe trabalhadora em geral. Os cortes e retiradas de direitos foram aplicados por praticamente todos os governos dos diferentes partidos (como o PT, da presidente Dilma; o PMDB, do governador Sartori; e o PSDB, do prefeito Eduardo Leite). Essa conjuntura difícil aponta que a única alternativa para os “de baixo” é a reorganização, a mobilização e a unidade dos lutadores e lutadoras.

 

    Nesse cenário, entendemos que as organizações de juventude do campo da esquerda têm um importante papel de organização da indignação dessa geração que tem protagonizado importantes lutas local e nacionalmente (lutas pelo transporte, o Fora Cunha e, obviamente, o destacado levante secundarista de São Paulo). Contudo, cabe à esquerda também analisar a realidade para replanejar sua atuação e ter capacidade de atender essa tarefa histórica: a Universidade, embora importante, não pode ser o único foco de atuação das organizações de juventude. É urgente estarmos cada vez mais ligados aos estudantes secundaristas; às lutas por moradia e direito à cidade; às lutas ambientalistas; e fazendo com que o combate às opressões chegue às escolas, bairros e zonas periféricas.

 

     2015 foi um ano de muitas lutas (veja abaixo uma retrospectiva da nossa atuação enquanto RUA Pelotas). 2016 vem quente e nós já estamos fervendo!

 

 

Janeiro – Bienal da UNE e Seminário Nacional de Formação Política em Movimento Estudantil Universitário do RUA: O Seminário além de debater importantes pontos sobre a educação, foi responsável por definir nossa estratégia pro período.

 

Março/Abril – Chapa 4 Amanhã Vai Ser Outro Dia. DCE UFPel: Ao lado de diversos/as lutadores/as da Universidade, compusemos a Chapa 4, “Amanhã Vai Ser Outro Dia” na disputa para o DCE UFPel. A Chapa foi a segunda mais votada, com apenas 64 (emblemáticos) votos de diferença.

    

 

Abril – Apoio à ocupação da reitoria UFPel (promovido pela CEU)

 

Maio – E Aí, Vai ter Greve? Atividade debateu a possibilidade de greve nas Universidades Federais em decorrências dos cortes na educação.  

 

Junho – Congresso da União Nacional dos Estudantes: Participamos do Congresso compondo o Campo da Oposição de Esquerda da UNE, denunciando os cortes do governo federal com a permissividade da direção majoritária da entidade, composta pela UJS/PC do B e pelo PT.

 

 

Junho – Não à Redução da Maioridade Penal: Compomos em Pelotas e nacionalmente diversos atos contra o retrocesso da redução da maioridade penal.

 

 

Agosto – Na RUA Contra a Restrição da Passagem Estudantil: No mesmo dia nacional de mobilização (contra os cortes do governo federal e a redução da maioridade penal) compomos o ato contra a restrição da passagem estudantil.        

 

Agosto – Plenária de Conjuntura: A Plenária aberta que debateu conjuntura contou com a participação do professor da rede pública estadual de São Paulo, Thiago Castro.

 

Agosto/Setembro/Outubro – Ciclo de Formação Anticapitalista: O Ciclo de Formação organizado pelo RUA aconteceu em quatro encontros e debateu aspectos fundamentais da economia, do estado e da organização dos/as oprimidos/as.

 

Setembro – Informativo RUA UFPel: O jornal local do RUA UFPel debateu nossa posição sobre os cortes na educação, o movimento estudantil da UFPel e opressões.

 

Outubro – Zine Secundarista do RUA: Debatendo o movimento estudantil secundarista, a necessidade de criação de Grêmios Livres, os cortes de Sartori e opressões, o zine do RUA chegou a diversas escolas da cidade.

 

Outubro – Roda de Conversa sobre Movimento Estudantil Secundarista: Aproveitando o Piquenique Cultural, fizemos uma roda de conversa na praça Coronel P. Osorio com estudantes secundaristas.

 

Outubro – Oficina de horta urbana: Também durante o piquenique cultural, organizamos uma oficina de horta urbana.

 

Outubro – Pós ENEM: Por que só entrar na Universidade não basta? Debate com os pré-universitários sobre a necessidade do movimento estudantil universitário para garantir a permanência e transformar o ensino.

 

Novembro – Como funciona o RUA? Atividade apresentou o funcionamento do movimento com suas instâncias e frentes de atuação.

Novembro - Apoio à Ocupação do MTST no RS: Estivemos na primeira ocupação do MTST no RS, em Porto Alegre, apoiando o movimento e aprendendo com as famílias na luta por moradia.

 

 

Novembro – 1º ato Fora Cunha: As minas do RUA se somaram na luta das mulheres que tomou o país na luta pelo Fora Cunha e contra o PL5069.

 

Novembro – 2º ato Fora Cunha

 

Novembro – Zine Feministas na RUA: Zine abordou questões como a violência contra a mulher, o PL 5069 e o feminismo e interseccionalidade.

 

Novembro – Apoio às ocupações das escolas em São Paulo: Todo apoio aos que lutam.

 

Novembro - Piquenique Feminista: As feministas do RUA organizaram na praça Cnel. P. Osorio, um Piquenique com arte e debate abordando o dia internacional de combate à violência contra a mulher.

 

Dezembro – Contra o aumento da passagem: Ocupamos as ruas ao lado dos estudantes secundaristas contra o aumento na passagem do transporte público.

 

Dezembro – RUA nas escolas: A convite dos estudantes das próprias escolas, estivemos debatendo temas como feminismo e movimento estudantil.

 

Dezembro – Seminário “Educação Popular e Movimentos Sociais”: Seminário debateu a educação popular e trabalho de base dos movimentos sociais.                                                                                                                                                                            

 

 

 

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 

 

 

 

 

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