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A JUVENTUDE TRANS QUER VIVER

Hoje no dia da visibilidade trans cabe a nós reafirmar que queremos continuar vivas e vivos. Cabe a nós dizer que não nos supre essa estrutura patriarcal que sustenta o capitalismo, e que precisamos subvertê-la para que ela não dizime as nossas vidas direta ou indiretamente.

Um estudo chamado "Transgender Adolescent Suicide Behavior”, foi publicado no Pediatrics em 2018, afirmando que um em cada dois jovens transmasc tentou o suicídio ao menos uma vez. E esse é um retrato da política estrutural de exclusão de todos os espaços, desde a escola e mercado de trabalho ao direito ao afeto, que nos margiliza e fragiliza.

Infelizmente não é novidade dizer que o Brasil é o país que mais mata trans no mundo, mas também o que mais consome pornografia transexual. Segundo informações da ANTRA aumentou 180% de 2019 para 2020 o número de assassinatos cometidos contra nós no país, cumprindo a agenda do governo do atual presidente, prometida em campanha.

Precisamos reafirmar nossas garantias, como o direito à saúde pública, o direito ao nosso nome, a nossa identidade, o direito à educação que nos inclua, a nossa sexualidade e principalmente à nossa juventude e velhice.

Para hoje: orgulho e luta!

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