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   O sistema capitalista, além de massacrar o povo, necessita da exploração destrutiva do ambiente, pois o considera como um recurso infinito, que deve ser dominado, explorado e esgotado para a garantia do lucro privado!

 

   A história do Brasil e dos países latinos, todo o impacto ambiental promovido pelas classes dominantes esteve e está diretamente relacionado com o massacre e exploração aos povos dominados e oprimidos.

 

   Com o forte incentivo do Governo Dilma e da bancada ruralista no Congresso Nacional, o agronegócio tem avançado contra a juventude e o povo, a partir do alto financiamento do Ministério da Agricultura, da liberação dos transgênicos, da aprovação do Código (Anti)Florestal, da flexibilização da legislação dos agrotóxicos, dentre outras medidas,

 

   A monocultura latifundiária tem avançado sob o território brasileiro, ampliando a mancha de sangue que este modelo provoca. O Brasil chegou ao patamar absurdo de maior consumidor de agrotóxicos do mundo, e no Governo do PT diminuiu drasticamente o número de demarcações de terra e assentamentos rurais por ano e os assassinatos de indígenas têm crescido anualmente.

 

  Na atual conjuntura de fortalecimento das lutas no Brasil, é necessário o engajamento da juventude nas lutas por demarcação dos territórios dos povos da terra, reforma agrária, agroecologia, matriz energética, mudanças climáticas, parques florestais, transporte, moradia, entre outras, articulando diferentes movimentos sociais do campo e da cidade, para que possamos barrar o modelo assassino e predatório de desenvolvimento e avançar na construção de uma sociedade anticapitalista, justa, igualitária e sem opressões.
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